
O Irã avalia utilizar golfinhos equipados com minas em possíveis ataques a navios no Estreito de Ormuz, segundo reportagem do Wall Street Journal. Além disso, o país também estuda empregar armas ainda não utilizadas no conflito, como submarinos.
Risco à comunicação global
Ao mesmo tempo, o governo iraniano ameaça atingir cabos submarinos de telecomunicação na região, o que poderia impactar o tráfego de internet em escala global. Inclusive, uma agência ligada à Guarda Revolucionária divulgou um mapa dessas estruturas, sinalizando possíveis alvos.
Pressão dos EUA
Enquanto isso, os Estados Unidos intensificam o bloqueio contra o Irã no Estreito de Ormuz. A medida interrompeu embarques de petróleo e reduziu a circulação dos chamados “navios fantasmas”, afetando diretamente o comércio iraniano, especialmente com a China.
Impactos e reações
Diante desse cenário, setores políticos do Irã passaram a considerar o bloqueio como um ato de guerra, o que aumenta o risco de resposta militar. Analistas avaliam que a estratégia iraniana perdeu força diante da ação americana.
Proposta de cessar-fogo
Por outro lado, o Irã enviou uma nova proposta de cessar-fogo aos Estados Unidos por meio do Paquistão. Embora os detalhes não tenham sido divulgados, a notícia já provocou queda nos preços do petróleo.
Efeitos no mercado global
Por fim, o bloqueio no Estreito de Ormuz já interrompeu cerca de 20% do fornecimento mundial de petróleo e gás. Como consequência, os preços da energia subiram e aumentaram os temores de desaceleração econômica global.

