
A Prefeitura de Florianópolis monitora o fluxo de veículos da Capital em tempo real para tentar reduzir os congestionamentos. A operação, concentrada no Centro de Operações Integradas (COI), em Capoeiras, cruza dados de câmeras e sensores com informações enviadas por motoristas via aplicativo Waze. Dessa forma, o município consegue identificar acidentes e gargalos de forma imediata.
Ajustes no fluxo em Florianópolis
No dia a dia, a principal aplicação prática desses dados é a alteração nos tempos dos semáforos. Ao detectar que uma via está saturada, a central realiza ajustes remotos para priorizar a fluidez naquele trecho. Além disso, o sistema gera relatórios que apontam os horários de pico e os padrões de circulação, servindo de base para o envio de equipes de fiscalização e operações de trânsito.
Participação dos motoristas
Paralelamente, a integração com o Waze fornece um volume constante de informações sobre o estado das vias. Levantamentos recentes mostram que:
- Em 6 de abril, a cidade registrou um pico de 5.265 usuários conectados ao app simultaneamente.
- No horário do meio-dia, a média de condutores logados flutua entre 4 mil e 5,2 mil.
Nesse cenário, o sistema funciona como uma troca. Ou seja, enquanto os motoristas informam sobre buracos e acidentes, a prefeitura alimenta o mapa com manutenções da Casan. Assim, o condutor consegue prever bloqueios e a gestão municipal utiliza os dados para basear suas intervenções técnicas.

