
Um homem de 43 anos morreu após levar cerca de 30 tiros na noite de segunda-feira (19), em Joinville, no Norte de Santa Catarina, depois que três criminosos encapuzados, que se passavam por policiais, invadiram a residência onde ele estava. A Polícia Civil investiga o caso como execução, já que o grupo agiu de forma rápida, violenta e direcionada.
Ataque direto e ação coordenada
De acordo com a Polícia Civil, a vítima estava dentro de casa quando o trio chegou ao local, entrou no imóvel e efetuou diversos disparos. Em seguida, os criminosos fugiram sem levar objetos, o que reforça, desde já, a linha de investigação de homicídio premeditado.
Além disso, a quantidade de tiros chama atenção dos investigadores, pois indica intenção clara de matar. Por isso, a polícia trabalha com a hipótese de que os autores usaram o disfarce de policiais para surpreender a vítima e evitar reação.
Quem era a vítima
A vítima foi identificada como Anderson Rohden, de 43 anos. Segundo a apuração inicial, ele não teve chance de defesa. A polícia agora levanta informações sobre a rotina, vínculos pessoais e possíveis conflitos recentes, já que esses dados ajudam a esclarecer a motivação do crime.
Enquanto isso, familiares e amigos aguardam respostas. O clima, portanto, é de choque e apreensão na comunidade.
Investigação em andamento
Logo após o crime, equipes da Polícia Militar isolaram a área. Na sequência, a Polícia Civil e a Polícia Científica assumiram os trabalhos, recolheram cápsulas, analisaram a cena e iniciaram a coleta de depoimentos.
Ao mesmo tempo, os investigadores buscam imagens de câmeras de segurança da região, pois esse material pode ajudar a identificar o veículo usado na fuga e, consequentemente, os suspeitos.
Sensação de insegurança
Moradores relataram medo após o ataque, principalmente pelo fato de os criminosos se passarem por policiais. Esse tipo de abordagem, segundo a polícia, tem sido usada por facções para facilitar crimes e confundir vítimas.
Por isso, as autoridades alertam que a população deve redobrar a atenção e acionar imediatamente a polícia diante de qualquer situação suspeita.
A Polícia Civil segue com as investigações e afirma que trata o caso como prioridade. O objetivo agora é identificar os autores, esclarecer a motivação e responsabilizar todos os envolvidos no crime que chocou Joinville.

