
A Polícia Militar prendeu, na segunda-feira (1º), um homem apontado como líder de uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. Durante a operação, os agentes também apreenderam mais de 102 quilos de cocaína, avaliados em cerca de R$ 5 milhões.
Além disso, os policiais prenderam outras três pessoas no bairro Itaipava. Segundo a corporação, o principal alvo da ação era Éricles Goldbeck, de 30 anos, que possuía um mandado de prisão em aberto pelos crimes de tráfico de drogas e homicídio.
Monitoramento levou à abordagem dos suspeitos
Inicialmente, os policiais monitoraram a movimentação do grupo e identificaram um segundo homem, de 32 anos, apontado como responsável por armazenar e distribuir os entorpecentes.
Em seguida, os agentes observaram uma movimentação compatível com a entrega de dinheiro proveniente da venda de drogas. Durante a abordagem de um dos veículos monitorados, a equipe encontrou R$ 29,9 mil em espécie.
No carro também estava uma mulher de 25 anos que, conforme a PM, tentou esconder parte da quantia durante a ação.
Suspeito tentou subornar policiais
Ainda durante a ocorrência, o homem procurado tentou oferecer dinheiro aos policiais para evitar a prisão. Por isso, além do mandado em aberto, ele também passou a responder pelo crime de corrupção ativa.
Logo depois, as equipes seguiram até uma residência usada como depósito de drogas. No local, um homem de 32 anos e uma mulher de 30 anos indicaram onde os materiais ilícitos estavam escondidos.
Operação apreendeu drogas, arma e dinheiro
Ao todo, a Polícia Militar apreendeu 102,397 quilos de cocaína, distribuídos entre tabletes e porções fracionadas. Além da droga, os agentes recolheram uma espingarda calibre 16, 14 munições, R$ 32,9 mil em espécie, cinco celulares, uma balança de precisão e materiais utilizados no tráfico.
Por fim, a corporação informou que as embalagens encontradas na residência tinham as mesmas características das localizadas no veículo utilizado pelo suspeito apontado como líder da organização criminosa.
A defesa de Éricles Goldbeck não se manifestou até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para posicionamento.

