
A Polícia Militar encontrou Maria Eduarda Salvaro, de 21 anos, morta dentro do próprio apartamento na tarde de sexta-feira (19), no bairro São Sebastião, em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Logo após atender a ocorrência, os policiais prenderam o companheiro da jovem, de 24 anos, suspeito de cometer o crime.
Segundo a PM, o homem relatou que Maria Eduarda morreu após ser enforcada. Além disso, ele afirmou que o corpo permanecia no imóvel desde quarta-feira (17). Diante dessas informações e dos indícios encontrados no local, a Polícia Civil registrou o caso inicialmente como feminicídio e deu início às investigações.
Polícia busca esclarecer o que aconteceu
Agora, os investigadores concentram esforços para esclarecer a dinâmica dos fatos. Para isso, a Polícia Civil coleta depoimentos, analisa provas e aguarda os resultados dos exames periciais.
Ao mesmo tempo, os peritos realizam levantamentos técnicos no apartamento. Dessa forma, a equipe pretende reconstruir a sequência dos acontecimentos e confirmar como a morte ocorreu.
Enquanto a investigação avança, o suspeito permanece sob custódia e deve prestar depoimento nos próximos dias.
Comoção marca despedida da jovem
A morte de Maria Eduarda gerou forte repercussão entre familiares, amigos e pessoas que conviviam com ela. A jovem deixa os pais, Graziela e Luiz Carlos, além dos irmãos Lucas e Luiz Otávio.
Nas redes sociais, amigos compartilharam mensagens de despedida e lembraram momentos vividos ao lado da jovem. Uma amiga descreveu Maria Eduarda como uma pessoa doce, carinhosa e sempre presente em atividades da comunidade religiosa.
Além disso, outras homenagens destacaram o carinho que ela despertava entre familiares e conhecidos. Com isso, as manifestações de pesar se multiplicaram ao longo do dia.
Caso segue sob investigação
Enquanto familiares enfrentam o luto, a Polícia Civil continua reunindo elementos para concluir o inquérito. Além dos depoimentos, os investigadores aguardam os laudos periciais que podem esclarecer pontos fundamentais da ocorrência.
Por fim, a apuração deve determinar com precisão as circunstâncias da morte e embasar os próximos encaminhamentos judiciais do caso.

