
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e a Polícia Militar deflagraram, na manhã desta terça-feira (29), a Operação Pronta Resposta. A ação integrada mira os responsáveis por disparos de arma de fogo contra policiais militares no centro de Florianópolis.
Início da investigação
A investigação começou após um confronto no dia 27 de fevereiro de 2026, na região da Rua Silva Jardim. Naquela data, um homem com antecedentes criminais morreu após trocar tiros com a PM. Enquanto os policiais isolavam a área, criminosos posicionados no alto do Morro do Mocotó atiraram contra as guarnições, colocando em risco civis que circulavam pelo local.
Portanto, a partir dessa agressão, a 39ª Promotoria de Justiça da Capital instaurou um Procedimento de Investigação Criminal (PIC). Assim, o Ministério Público solicitou mandados de busca e apreensão, que foral autorizados pela Vara Estadual de Organizações Criminosas.
Balanço da operação
Dessa forma, as equipes alcançaram os seguintes resultados:
- Prisão em flagrante: Um homem foi detido por posse ilegal de arma de fogo e receptação.
- Apreensões: Os agentes localizaram uma arma furtada, um carregador, 12 munições e 32 comprimidos de ecstasy.
- Mandados: A polícia cumpriu, ao todo, quatro ordens de busca e apreensão.
Combate às facções
Além de buscar a punição direta pelos tiros disparados contra os agentes, a operação demonstra o novo fôlego da 39ª Promotoria de Justiça. Desde julho de 2025, o órgão possui abrangência estadual, o que permite uma atuação mais agressiva contra facções criminosas em todo o território catarinense.
A operação continua em andamento para identificar outros envolvidos nos ataques. Por fim, segundo o MPSC, a prioridade é garantir que atentados contra as forças de segurança não fiquem impunes.

