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Investigação após morte leva Polícia a prender homem que dopava idosos para roubá-los

Criminoso atraía vítimas oferecendo suco em garrafas previamente adulteradas com medicamentos

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Investigação após morte leva Polícia a prender homem que dopava idosos para roubá-los
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A morte de uma idosa, de 72 anos, levou a Polícia Civil a descobrir crime silencioso contra idosos em Santa Catarina. Durante a investigação, os agentes descobriram que um homem dopava os idosos para roubá-los. A prisão do criminoso, de 56 anos, ocorreu na última sexta-feira (19), em Navegantes.

Crimes que levaram à descoberta sobre roubo a idosos

O primeiro crime investigado aconteceu no dia 31 de maio de 2025. Na ocasião, familiares estranharam a falta de contato de um casal de idosos. Assim, um neto foi até a residência, onde encontrou o homem, de 82 anos, e a mulher, de 72, desacordados. A idosa já estava morta e o companheiro foi socorrido em estado grave.

No primeiro momento, a constatação da morte era natural, decorrente de Acidente Vascular Cerebral (AVC). No entanto, após a constatação do desaparecimento de valores e aparelhos celulares, familiares realizaram a denúncia e, dessa forma, ocorreu a abertura de investigação por parte da Polícia Civil.

Investigações avançaram e Polícia descorbiu segundo caso

No dia 10 de dezembro de 2025, ocorreu o registro de um segundo caso com características semelhantes. Uma idosa de 72 anos, que sobreviveu graças à rápida intervenção de familiares, teve joias roubadas pelo criminoso.

Suspeito confessou os crimes

Após a prisão, em interrogatório, o investigado confessou os crimes e indicou aos policiais o local onde escondia os medicamentos utilizados para dopar as vítimas. Ele também revelou os pontos onde vendeu os celulares, joias e duas televisões subtraídas.

Por fim, os agentes da Polícia Civil descobriram que o homem se aproximava das vítimas idosas oferecendo suco em garrafas previamente adulteradas com medicamentos. Logo, poucos minutos após a ingestão da bebida, as vítimas perdiam a consciência, momento em que o autor praticava os roubos.