
Os efeitos do ciclone continuam elevando o risco de danos com ventos de até 94 km/h e tempestades nesta quarta-feira (08). Embora o sistema avance para o oceano, a frente fria associada ainda atua e mantém a instabilidade em diversas regiões do país. Dessa forma, cresce o risco de queda de árvores, alagamentos e falta de energia, especialmente no Sul e em áreas do Sudeste.
Rajadas de vento se intensificam ao longo do dia
De acordo com o Meteored, os ventos seguem como principal destaque. Durante a madrugada, as rajadas atingem o centro-sul do Rio Grande do Sul e avançam em direção ao leste do estado.
Com o passar das horas, a intensidade aumenta. As rajadas podem alcançar 75 km/h em Porto Alegre, 80 km/h no leste gaúcho e até 94 km/h na Serra catarinense. Além disso, regiões do leste de Santa Catarina, Paraná e São Paulo também entram em alerta, com ventos acima de 60 km/h.
Chuvas fortes avançam para outras regiões
Enquanto o tempo começa a estabilizar no Sul ao longo do dia, a frente fria se desloca para o Sudeste e o Centro-Oeste. Assim, estados como São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso passam a enfrentar maior risco de chuvas intensas.
Essas precipitações devem vir acompanhadas de trovoadas, raios e rajadas de vento, o que aumenta a possibilidade de transtornos. Por isso, capitais como São Paulo, Campo Grande e Curitiba seguem em alerta, principalmente devido ao risco de alagamentos, queda de árvores e bloqueios em vias.
Instabilidade persiste mesmo com afastamento do sistema
Mesmo com o ciclone se afastando, seus efeitos continuam atuando por meio da frente fria. Esse tipo de sistema prolonga a instabilidade por mais de um dia, mantendo ventos fortes e condições adversas.
Diante desse cenário, é fundamental acompanhar os avisos dos órgãos oficiais e evitar áreas de risco durante períodos de chuva intensa.

