
Em Florianópolis, Damiana Sousa dos Santos, 24 anos, esperou aproximadamente 10 h para que sua filha de seis meses fosse atendida no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, na madrugada da última sexta-feira (25). De acordo com a mãe, a criança estava com falta de ar e com uma febre muito alta.
Damiana também levou sua bebê, na mesma data, à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São José, onde reside. A criança foi avaliada pelos profissionais e foi constatado que ela estava com mais de 39º C de febre, contou a mãe.
Segundo Damiana, na UPA a bebê precisou usar oxigênio. Ao amanhecer, próximo das 9h da manhã, os enfermeiros solicitaram que a criança fosse encaminhada para o Hospital Joana de Gusmão, para seguir com os atendimentos.
“Cheguei 10h50 da manhã, fiz a classificação e fiquei até 20h10 sem atendimento médico”, relata a mãe.
Damiana informou que haviam pais que estavam esperando por mais de 12h. Exausta, sem sucesso, ela resolveu ir pra casa mesmo sem atendimento para a filha, porém voltou na madrugada de sábado (26). Apenas no sábado, depois de 24h de espera e na busca de atendimento, sua filha recebeu o diagnóstico de infecção urinária.

