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Alerta: SC emite nota após aumento nos casos de influenza

Nova variação do vírus da gripe se espalha rapidamente em vários países do mundo

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Alerta: SC emite nota após aumento nos casos de influenza
Foto: Divulgação

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina emitiu uma nota de alerta sobre potencial aumento de casos de influenza em todo o estado. Assim, é importante que a população esteja atenta às medidas necessárias para conter a proliferação do vírus.

Contudo, a recomendação inclui também a intensificação da vigilância epidemiológica nos serviços de saúde. Isso inclui identificação e notificação de casos suspeitos, orientações para triagem clínica e estratégias de prevenção, como a vacinação, medidas de higiene respiratória e cuidados com grupos de maior risco.

OMS emitiu alerta epidemiológico

No dia 4 de dezembro de 2025, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiram alerta epidemiológico. Isso porquê ocorreu o rápido aumento da circulação do vírus Influenza A (H3N2), subclado K, em várias regiões do mundo, especialmente na Europa e no leste asiático.

Evolução da doença

Vale informar que a doença não se limita a quadros leves. Logo, ela pode evoluir para complicações graves. Portanto, pode resultar em síndrome respiratória aguda, internações e óbitos, especialmente entre idosos, gestantes, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas.

  • Sintomas

Os principais sintomas incluem febre alta de início súbito, dores intensas no corpo, tosse, dor de garganta, cansaço extremo e, em casos mais graves, falta de ar, situação que exige busca imediata por atendimento de saúde.

  • Pevenção

A principal forma de prevenção é a vacinação, aliada a medidas simples. Tais como higienizar frequentemente as mãos, cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar, evitar aglomerações quando estiver com sintomas respiratórios e utilizar máscara em caso de doença.

O que não deve ser feito: continuar frequentando trabalho ou escola com sintomas, automedicar-se com antibióticos, que não têm efeito contra vírus, ou minimizar sinais de agravamento, sobretudo em pessoas do grupo de risco.

Por fim, em caso de sintomas, a população deve procurar atendimento nas unidades de saúde do município. Os profissionais preparados para identificar e manejar os casos, além de orientar sobre os sinais de alerta e as medidas recomendadas pelos sistemas de vigilância.