Região Grande Florianópolis

Presságio: Justiça prorroga afastamento de servidores investigados

Afastamento inicialmente de 30 dias agora vale até o fim das investigações

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Presságio: Justiça prorroga afastamento de servidores investigados

A Justiça acatou nesta terça-feira (20) um pedido feito pela Polícia Civil de manter afastados dos seus cargos os três servidores da Prefeitura e Câmara de Vereadores de Florianópolis investigados dentro da chamada Operação Presságio, que apura denúncias de corrupção no serviço de coleta de lixo na Capital.

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A solicitação foi feita por uma delegada titular da Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e Crimes contra Relações de Consumo da DEIC, após uma análise ainda preliminar do material apreendido no cumprimento das buscas, ocorridas em 18 de janeiro.

Inicialmente, a decisão judicial estabeleceu o prazo de 30 dias de afastamento para o secretários municipais de Cultura, Esporte e Lazer Ed Pereira, e do Meio Ambiente, Fábio Braga. No entanto, o período foi agora estendido para até o final das investigações e conclusão do inquérito.

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Além dos dois ex-secretários, também estão entre os investigados o ex-presidente da Comcap, Lucas Barros Arruda, os ex-assessores da Câmara Municipal Gustavo Silveira e Samantha Brose (esposa de Ed Pereira), o dono da empresa Amazon Fort, seu filho e um advogado da companhia.

A Operação Presságio apura a suposta prática de crime ambiental de poluição, fraude à licitação, corrupção passiva, corrupção ativa, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, perpetrados, em tese, por agentes públicos, em conluio com particulares. “A investigação segue em andamento, e, para evitar qualquer prejuízo no seu desfecho, demais informações serão repassadas oportunamente”, informou a Polícia Civil.

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