
O Brasil se despediu de um de seus maiores ícones esportivos. Oscar Schmidt, eternamente conhecido como “Mão Santa”, foi cremado na noite desta sexta-feira (17) vestindo a camisa da seleção brasileira — um gesto carregado de simbolismo que sintetiza, com força e emoção, toda a grandeza de sua trajetória.
A informação, rapidamente se espalhou e comoveu fãs em todo o país. Afinal, até o último instante, Oscar manteve viva a ligação com o Brasil que ele tanto representou dentro das quadras.
A despedida, por outro lado, seguiu um caminho oposto ao brilho que marcou sua carreira. De forma discreta, familiares e amigos próximos participaram do velório, realizado ainda no mesmo dia de sua morte, aos 68 anos. O clima foi de silêncio, respeito e profunda emoção. Além disso, a família optou por preservar a intimidade do momento, agradeceu o carinho do público e pediu privacidade diante da perda.
Segundo relatos, a camisa da seleção brasileira de basquete acompanhou Oscar desde seus últimos momentos. Familiares levaram a camisa ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, onde o ex-atleta deu entrada após passar mal em casa. Ele chegou à unidade já em parada cardiorrespiratória. Ainda assim, as equipes médicas tentaram reverter o quadro; no entanto, Oscar não resistiu, encerrando ali um capítulo histórico do esporte nacional.
Ícone absoluto do basquete, Oscar Schmidt construiu uma carreira que atravessou gerações e inspirou milhões. Ele deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Sthephanie. Mais do que isso, deixa um legado que vai além dos números e das conquistas.
Por fim, sua despedida, marcada pela simplicidade e pelo simbolismo, reforça aquilo que sempre foi evidente: Oscar nunca foi apenas um atleta. Ele foi, e seguirá sendo, um orgulho nacional — alguém que vestiu a camisa do Brasil até o último momento de sua vida.

