
A chamada Lua Cheia Rosa surge no céu nesta quarta-feira (1º) e marca mais uma fase do calendário lunar de 2026. Apesar do nome curioso, o fenômeno não altera a cor do satélite natural. Ainda assim, ele chama atenção pela tradição cultural associada à data.
No Brasil, o público pode observar a Lua a olho nu. No entanto, a visibilidade depende de um céu limpo.
Nome não indica mudança de cor
Embora seja conhecida como Lua Cheia Rosa, a Lua não fica rosada. Na verdade, o nome surgiu entre povos originários dos Estados Unidos. Eles associavam a Lua cheia de abril ao florescimento das flores flox, típicas da primavera no Hemisfério Norte.
Com o passar do tempo, a expressão se popularizou. Assim, passou a integrar o calendário tradicional das luas cheias, inclusive em países como o Brasil, onde a estação é o outono neste período.
Outros significados para a Lua de abril
Além de Lua Rosa, essa fase também recebe outros nomes. Por exemplo, “Lua da Grama” faz referência ao crescimento da vegetação após o inverno no Hemisfério Norte.
Da mesma forma, o termo “Lua do Peixe” está ligado à piracema, período em que várias espécies sobem os rios para reprodução. Portanto, os nomes refletem fenômenos naturais importantes.
Calendário lunar traz outras datas simbólicas
Neste ano, a Lua cheia já ganhou destaque em março, quando ocorreu a chamada “Lua de Minhoca”. O nome também tem origem em tradições antigas e se relaciona ao surgimento de pequenos animais após o inverno.
Além disso, outras luas cheias ainda devem marcar 2026. Entre elas estão: a Lua das Flores, em maio; a Lua Azul, também em maio; a Lua de Morango, em junho; e a Lua dos Cervos, em julho.
Dessa forma, o calendário lunar segue combinando ciência e tradição ao longo do ano.

