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Arquivo secreto dos EUA revela relato de OVNI com corpo humano que teria caído no Brasil

Documentos incluem o relato de uma esfera metálica com um corpo que teria caído no centro do Rio em 1963

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Arquivo secreto dos EUA revela relato de OVNI com corpo humano que teria caído no Brasil
Foto: divulgação

O governo do presidente Donald Trump divulgou nesta sexta-feira (7) o quinto lote de arquivos desclassificados sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs), agora classificados oficialmente como Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs). A nova remessa de vídeos, fotos e relatórios traz alguns dos registros mais extraordinários já tornados públicos pelo governo americano.

Entre os documentos mais impressionantes está o depoimento de um piloto militar sobre um objeto triangular de aproximadamente 150 metros de envergadura que sobrevoou silenciosamente a Base Aérea de Bagram, no Afeganistão, em 2002. O piloto afirmou que a estrutura se movia sem produzir ruído ou emitir luzes. Em determinado momento, o objeto teria inclinado 90 graus para a esquerda enquanto virava para a direita — uma manobra fisicamente oposta à de uma aeronave convencional.

O militar contou que observava o céu por volta das 4h30 quando as estrelas começaram a “desaparecer” acima dele. “Parecia que algo enorme passou por cima”, diz o resumo da entrevista arquivada pelo FBI. O mesmo piloto relatou ter visto luzes inexplicáveis anos depois, em voos comerciais a partir de outubro de 2023, incluindo uma ocorrência em que registrou mais de dez luzes mudando de brilho próximo a Sioux Falls.

O misterioso caso da esfera metálica com um corpo no Rio de Janeiro

Outro documento resgatado traz um relato surpreendente sobre o Brasil: uma grande esfera metálica teria caído no centro do Rio de Janeiro em 1963, abrindo uma cratera de quatro metros de profundidade. O objeto, que supostamente tinha aberturas semelhantes a janelas cobertas por um vidro grosso, conteria um corpo de aparência humana vestido com roupas pesadas, além de inscrições indecifráveis na fuselagem.

O documento também revela um relato intrigante: uma grande esfera de metal teria caído no centro do Rio de Janeiro, em 1963, abrindo um buraco de cerca de 4 metros de profundidade. Até hoje, o episódio desperta curiosidade e teorias sobre sua origem.

O documento, registrado sob a identificação “FBIS 03 RIO DE JANEIRO RADIO TUPI IN PORTUGUESE 2330 & NOV 63 W”, reúne transmissões da época e cita também relatos da população do município de Conde, na Bahia, sobre o mesmo incidente. O caso foi monitorado e registrado na época pelo antigo Ministério da Guerra dos EUA.

‘Transparência sem precedentes’

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, defendeu publicamente a abertura dos arquivos:

“O Departamento de Defesa está em total sintonia com o presidente Trump para trazer uma transparência sem precedentes sobre o entendimento do nosso governo a respeito dos Fenômenos Anômalos Não Identificados. Esses arquivos, escondidos atrás de classificações secretas, alimentaram especulações por muito tempo. É hora do povo ver por si mesmo.”

Os arquivos compilados pelo governo americano, no entanto, preservam relatos de testemunhas e reportagens da mídia da época, mas não oferecem provas científicas definitivas de que os objetos sejam de origem extraterrestre.

Imagem de vídeo divulgado na sexta-feira mostra um suposto OVNI registrado no ano passado. O objeto, em formato de orbe, aparece se movendo pela tela em um caso que permanece sem explicação.

Velocidades impossíveis e triângulos gigantes

Os documentos também detalham a aparição de um triângulo negro gigante sobre Colorado Springs, descrito por uma testemunha como tendo o tamanho de um estacionamento e a espessura de um prédio de até cinco andares. O objeto teria acelerado “quase instantaneamente” a velocidades supersônicas.

Outros arquivos desclassificados analisam filmagens de objetos não identificados gravados sobre os estados de Utah e Montana na década de 1950. Cálculos de engenharia militar incluídos nos relatórios indicam que os objetos se moviam a até 3.954 km/h, suportando uma aceleração de até 965 vezes a força da gravidade ($965g$), algo fatal para qualquer ser humano.

Róbinson Gambôa

Sobre o autor

Róbinson Gambôa

Experiênte jornalista, atua na região da Grande Florianópolis, se dedicando aos factuais do dia a dia e também a matérias mais autorais com foco em temas diversos. Entre suas especialisdades está a editoria de política e segurança publica. Gambôa também contribui com conteúdo esportivo.

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