
O ator Nicolas Cage, em um momento de fúria, jogou a aliança que comprou por US$ 65 mil, o equivalente a R$ 350 mil hoje, no mar. O episódio aconteceu após uma briga com Lisa Presley, quando ambos ainda eram noivos. A revelação está no livro escrito por Priscilla Presley, em sua autobiografia.
O ator pediu Lisa em casamento com uma “maravilhosa aliança de diamantes de seis quilates”. “Uma tarde, eles saíram para velejar na costa da Ilha Catalina, na Califórnia, no iate Weston, de Nick. Algo desencadeou mais uma de suas brigas épicas e Lisa tirou seu anel de noivado e o atirou em Nick. Furioso, Nick jogou o anel no mar”, conforme conta Priscilla no livro.
Cage chegou a contratar uma equipe de mergulhadores para encontrar a joia, mas não obteve êxito. “Até onde sei, o anel ainda está lá”, escreveu ela.
Passado o momento da discussão e a fim de restabelecer o noivado, Cage decidiu comprar uma nova peça. Dessa vez, de dez quilates, quatro a mais que a anterior.
Priscilla relembrou que a filha e o ator tinham brigas explosivas com frequência. O ator e Lisa começaram a se relacionar em 2001. No entanto, entre namoro, noivado e casamento, a história durou menos de três anos. Eles se divorciaram em maio de 2004.
Caso da aliança vem à tona após morte de Lisa
Lisa morreu em 2023, depois de uma cirurgia bariátrica. Cage lamentou: “Esta é uma notícia devastadora. Lisa teve a risada mais gostosa que já conheci. Ela iluminou todos os cômodos e estou com o coração partido. Encontro algum consolo em acreditar que ela se reencontrou com seu filho Benjamin”, disse ao The Hollywood Reporter.
Contudo, a morte de Lisa desencadeou uma série de disputas judiciais. Em agosto, um novo processo no valor de US$ 50 milhões acusa Priscilla Presley de ter tomado a decisão de “desligar os aparelhos” que mantinham a filha viva para assumir o controle total da herança do rei do rock.
Enfim, no livro, Priscila fala sobre a morte da filha. “Pensei na minha menina, minha menina selvagem, rebelde e apaixonada, deitada em estado vegetativo pelo resto da vida. Eu disse o que precisava. ‘Tire-a da máquina, doutor.’ Minha voz era quase um sussurro”, relata ela no livro.

