
Morreu na segunda-feira (23), aos 83 anos, o humorista Roberto Marquis, conhecido por seu trabalho no programa A Praça É Nossa. A morte foi confirmada nesta terça-feira (24). A causa não foi divulgada. Ele construiu uma carreira longa na televisão e ganhou destaque ao interpretar o personagem Guarda Juju, que conquistou o público com humor direto e popular.
Carreira construída com consistência
Roberto Marquis iniciou sua trajetória artística ainda nos anos 1960. Desde então, ele passou por diferentes emissoras e, com o tempo, consolidou seu espaço no entretenimento brasileiro. Além disso, ele se adaptou às mudanças da televisão e manteve relevância ao longo das décadas.
Posteriormente, ele encontrou no SBT o palco ideal para ampliar sua visibilidade. Assim, passou a integrar um dos programas mais tradicionais do humor nacional.
Personagem que conquistou o público
Na Praça, Marquis criou o Guarda Juju. O personagem rapidamente caiu no gosto popular. Ele apostava em um humor simples, acessível e direto. Por isso, conseguia dialogar com diferentes gerações.
Além disso, sua presença constante no programa ajudou a fortalecer o formato. Com isso, ele se tornou parte da identidade do humor exibido nas noites de televisão.
Versatilidade além da comédia
Ao mesmo tempo, Marquis não se limitou ao palco do humor. Ele também atuou como dublador e narrador. Inclusive, deu voz a personagens conhecidos, o que ampliou ainda mais seu alcance artístico.
Além disso, ele se aventurou na música. Gravou marchinhas de Carnaval e participou de outros projetos culturais. Dessa forma, mostrou versatilidade e domínio de diferentes linguagens.
Legado que permanece
Com sua morte, o humor brasileiro perde uma referência. Ainda assim, seu trabalho permanece vivo na memória do público. Afinal, ele construiu uma trajetória baseada em consistência, carisma e entrega.
Portanto, mais do que um personagem, Roberto Marquis deixa um legado. Ele ajudou a moldar o humor popular da televisão e marcou gerações com leveza e autenticidade.

