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Preço dos alimentos sobe em março e pesa no bolso do brasileiro

Tomate dispara mais de 20%, enquanto cebola e batata também sobem; café e algumas frutas registram queda.

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Preço dos alimentos sobe em março e pesa no bolso do brasileiro

Os preços dos alimentos voltaram a subir em março e impactaram diretamente a inflação no país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o grupo alimentação e bebidas teve alta de aproximadamente 1,2% no mês.

Além disso, a alimentação no domicílio subiu cerca de 1,5%. Com isso, os produtos básicos pesaram ainda mais no orçamento das famílias.

O que ficou mais caro

Entre os itens que mais subiram, o tomate liderou com alta superior a 20% em março. Esse aumento expressivo foi um dos principais responsáveis pela pressão inflacionária.

Além disso, a cebola teve elevação próxima de 15%. Já a batata-inglesa registrou aumento em torno de 10%. Esses produtos, por serem itens básicos, impactam diretamente o consumo diário.

Outros alimentos também apresentaram alta. O feijão subiu cerca de 3%, enquanto o leite teve aumento próximo de 2%. Os ovos também ficaram mais caros, com variação positiva no mês.

O que ficou mais barato

Apesar das altas, alguns produtos registraram queda. O café moído apresentou recuo de aproximadamente 3% em março.

Além disso, algumas frutas tiveram redução de preços, com quedas que variaram entre 2% e 5%, dependendo da região. Dessa forma, esses itens ajudaram a conter parcialmente a inflação alimentar.

Impacto no consumidor

A alta dos alimentos afeta principalmente as famílias de menor renda. Isso ocorre porque a alimentação representa uma fatia maior do orçamento dessas famílias.

Além disso, aumentos consecutivos em itens básicos reduzem o poder de compra. Assim, muitos consumidores precisam substituir produtos ou reduzir o consumo.

Tendência para os próximos meses

A variação dos preços dos alimentos depende de fatores como clima e produção agrícola. Problemas climáticos, por exemplo, podem reduzir a oferta e pressionar os preços.

Além disso, custos logísticos e combustíveis também influenciam os valores finais. Por isso, a tendência é de instabilidade nos próximos meses, com possibilidade de novas altas ou quedas pontuais.