
O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), confirmou nesta quinta-feira (26) a pré-candidatura ao governo de Santa Catarina, em Florianópolis, após fechar uma articulação com MDB, Progressistas e União Brasil, definir o MDB como responsável pela indicação do vice e lançar Esperidião Amin (PP) ao Senado, com o objetivo claro de formar uma frente competitiva para a eleição de 2026.
Aliança ganha corpo e muda o jogo
Primeiro, Rodrigues organizou o tabuleiro. Em seguida, costurou apoios. Agora, ele entra no jogo com estrutura.
A aliança reúne PSD, MDB, PP e União Brasil. Ou seja, junta partidos com capilaridade, tempo de TV e força regional. Com isso, o grupo amplia presença no Estado e já nasce com musculatura eleitoral.
Além disso, o acordo distribui papéis de forma estratégica. O MDB indica o vice. O PP entra forte com Amin ao Senado. Enquanto isso, o PSD lidera a cabeça de chapa.
Nos bastidores, lideranças experientes participaram das conversas e ajudaram a consolidar o movimento. Na prática, ninguém entrou sozinho, o projeto já nasce coletivo.
Discurso direto e foco na gestão
Rodrigues não rodeia. Ele aposta na própria gestão em Chapecó como vitrine e transforma a experiência administrativa em argumento político.
Ao mesmo tempo, ele adota um discurso firme, com posicionamento claro à direita. Ainda assim, tenta ampliar diálogo com diferentes públicos, principalmente com quem sente os impactos diretos da economia.
Ou seja, ele combina duas frentes. De um lado, identidade política definida. Do outro, aproximação com o eleitor comum.
Corrida eleitoral acelera em SC
Com esse anúncio, a eleição de 2026 deixa de ser projeção e passa a ser movimento real.
Enquanto isso, outros grupos também se organizam. O cenário esquenta. As alianças começam a se formar. E, principalmente, a disputa entra em fase de pré-campanha.
Além disso, o bloco liderado por Rodrigues surge como força de oposição ao grupo que hoje ocupa o governo estadual. Portanto, o confronto político tende a ganhar intensidade nos próximos meses.
Próximo passo é transformar apoio em voto
Agora, o desafio muda de fase. Rodrigues precisa sair do acordo político e chegar ao eleitor.
Para isso, deve deixar a prefeitura de Chapecó nos próximos meses e intensificar a agenda pelo Estado. A estratégia já está clara, fortalecer presença no interior, avançar na Grande Florianópolis e consolidar o nome como opção viável.
No fim, política exige entrega. Aliança abre caminho. Mas é voto que decide.

