Região Grande Florianópolis

Após 2 semanas de obras, praia de Jurerê tem 1,3 quilômetro alargado

Área alargada corresponde a 39% do total que passará pelos serviços

Após 2 semanas de obras, praia de Jurerê tem 1,3 quilômetro alargado
Foto: Divulgação / DTA Engenharia

Após duas semanas de obras, a Praia de Jurerê, localizada na região Norte da Ilha, em Florianópolis, já tem 1,3 quilômetro alargado, o que corresponde a 39% do total que passará pelos serviços. O trecho aumentado nos últimos sete dias foi de aproximadamente 700 metros e agora, as obras seguem na direção leste, a partir do beach club Café de la Musique, e devem chegar à região de Jurerê Tradicional.

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Nesta semana, a draga holandesa Lesse, que atua a cerca de 1,3 quilômetro da orla da praia, seguirá para Itajaí para abastecer, retornando no próximo sábado (17).

Segundo a administração da Capital, o objetivo de realizar o serviço por trechos é conciliar o alargamento com a procura dos banhistas pela praia de Jurerê, que é grante neste período. Além disso, a prefeitura visa garantir a segurança da população e alerta sobre a importância de moradores e turistas ficarem atentos à sinalização local.

Alargamento

Considerado o maior alargamento de praia de Florianópolis, Jurerê terá a faixa de areia aumentada nos seus 3,38 quilômetros de extensão, beneficiando tanto a parte internacional quanto a tradicional.

O principal objetivo da obra é a recuperação da faixa de areia, bem como a contenção da erosão marinha, sendo uma parceria entre o governo estadual e o município, com investimentos previstos de R$ 12,5 milhões para cada.

Atualmente, a largura máxima da praia é de aproximadamente 15 metros. A expectativa é que, com o alargamento, ela chegue a 40 metros, e se estabilize em 30 metros após a conformação natural da maré. Apenas um pequeno trecho de cerca de 50 metros próximo ao costão que faz divisa com Canajurê não será alargado por conta do Rio das Ostras.

O engordamento de Jurerê conta com as devidas licenças ambientais, provisória e de instalação do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), e autorizações da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

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