
Aplicativos, contratos e extratos bancários estão cheios de siglas e expressões que nem sempre fazem parte do vocabulário do consumidor.
Entretanto, compreender esses termos pode evitar decisões ruins, cobranças inesperadas e a contratação de produtos inadequados.
A análise de crédito, por exemplo, é a avaliação que o banco realiza antes de liberar um empréstimo ou aumentar um limite. A instituição analisa renda, histórico de pagamentos e capacidade financeira do cliente.
Já o crédito consignado possui parcelas descontadas diretamente do salário ou do benefício previdenciário. Por isso, geralmente apresenta juros menores, embora continue exigindo planejamento.
Qual é a diferença entre empréstimo e financiamento?
O empréstimo libera dinheiro para diferentes finalidades. Já o financiamento está ligado à compra de um bem específico, como uma casa ou um veículo.
Outro termo importante é o spread bancário. Ele representa a diferença entre o custo que o banco possui para captar recursos e os juros cobrados do cliente.
No cartão de crédito, o rotativo começa quando o consumidor paga apenas uma parte da fatura. Essa modalidade costuma cobrar juros elevados e pode transformar uma dívida pequena em uma baita dor de cabeça.
E nos investimentos?
O CDB é um título de renda fixa emitido por bancos. Na prática, o investidor empresta dinheiro à instituição e recebe uma remuneração.
O CDI funciona como uma referência para comparar o rendimento de diferentes investimentos. Quando um produto oferece 100% do CDI, significa que acompanhará essa taxa.
Já a liquidez indica a facilidade para transformar o investimento em dinheiro. Uma aplicação com liquidez diária permite solicitar o resgate a qualquer momento, conforme as condições do produto.
Por fim, a Selic é a taxa básica de juros da economia. Ela influencia empréstimos, financiamentos, investimentos, consumo e o custo geral do crédito no país.

