Região Brasil

APLV em bebê de Maíra Cardi acende alerta entre pais

Alergia ao leite de vaca é comum na infância e exige corte imediato da alimentação

Autor
APLV em bebê de Maíra Cardi acende alerta entre pais
Foto: Divulgação / Redes sociais

A filha de cinco meses da influenciadora Maíra Cardi recebeu diagnóstico de APLV, alergia à proteína do leite de vaca, após apresentar reações intensas na pele, porque o organismo passou a reagir de forma exagerada às proteínas do leite, o que acendeu o alerta entre pais e especialistas.

Corpo reage e transforma alimento em ameaça

A APLV acontece quando o sistema imunológico identifica proteínas do leite como invasoras. A partir disso, o corpo reage. E reage com força.

Diferente da intolerância à lactose, que envolve digestão, a APLV envolve defesa do organismo. Ou seja, o problema não está na digestão, está na reação imunológica.

Além disso, a condição aparece com frequência nos primeiros meses de vida. Por isso, exige atenção redobrada logo no início.

Sintomas surgem rápido e confundem diagnóstico

Primeiro, surgem sinais na pele. Manchas, vermelhidão, irritação. Em seguida, aparecem sintomas digestivos, como cólicas intensas, vômitos e diarreia.

Ao mesmo tempo, alguns bebês apresentam sintomas respiratórios, como chiado e congestão. Com isso, muitos pais confundem com gripe ou alergias comuns.

Ou seja, os sinais se misturam. E, por isso, o diagnóstico pode atrasar.

Mesmo amamentando, risco continua

Aqui está um ponto que surpreende. Mesmo sem consumir leite diretamente, o bebê pode desenvolver APLV.

Isso acontece porque a mãe consome leite e derivados. Depois, pequenas partículas dessas proteínas passam para o leite materno. Em seguida, chegam ao bebê e provocam reação.

Portanto, o cuidado precisa ser completo.

Tratamento exige ação imediata

Assim que os médicos confirmam o diagnóstico, a orientação é clara. Cortar totalmente leite e derivados.

Se o bebê mama, a mãe ajusta a alimentação. Se usa fórmula, os médicos indicam versões especiais.

Além disso, o acompanhamento médico entra como peça-chave. Ele garante nutrição adequada e monitora a evolução do quadro.

Tendência é de melhora com o tempo

Apesar do impacto inicial, a maioria dos casos evolui bem. Com o passar dos meses, muitas crianças desenvolvem tolerância.

Ou seja, o quadro assusta no começo, mas tende a melhorar. E isso traz alívio para as famílias.

A APLV exige atenção, rapidez e informação. Quanto antes identificar, melhor o controle. E, no fim das contas, entender os sinais faz toda a diferença para proteger a saúde do bebê.

Ismael Melo

Sobre o autor

Ismael Melo

Jornalista do Guararema News, Ismael Melo atua na Grande Florianópolis com foco na cobertura de economia e política regional e nacional. Também produz conteúdos sobre acontecimentos factuais, esportes e temas de repercussão no Brasil. Além disso, possui experiência em radiojornalismo, comunicação institucional, produção audiovisual, podcasts e gestão de conteúdo para diferentes plataformas.

Ver todas as matérias de Ismael Melo