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PF deflagra operação e ataca fraude milionária no INSS

Esquema cria vínculos falsos, libera benefícios e causa prejuízo de milhões

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PF deflagra operação e ataca fraude milionária no INSS
Foto: Divulgação - Arquivo / Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (08) a Operação Recidiva e passou a investigar um esquema de fraude contra o INSS que já gerou prejuízo milionário, com atuação no Maranhão e no Piauí, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que manipulava dados para liberar benefícios indevidos.

PF avança, cumpre mandados e atinge núcleo do esquema

Logo no início da operação, os agentes cumprem mandados de busca, apreensão e prisão. Além disso, a Justiça autoriza quebra de sigilos bancário e fiscal.

Ao mesmo tempo, os investigadores bloqueiam bens e valores dos suspeitos. Com isso, a operação deixa de ser apenas investigativa e passa a agir diretamente contra a estrutura financeira do grupo.

Assim, a PF aperta o cerco e mira quem organiza e financia o esquema.

Grupo cria vínculos falsos e engana sistema

Segundo a investigação, os criminosos inserem vínculos empregatícios falsos em sistemas oficiais. Em seguida, simulam uma situação regular e solicitam benefícios previdenciários.

Com isso, o sistema libera pagamentos indevidos. Além disso, o grupo repete o método diversas vezes, o que amplia o prejuízo.

Até agora, a PF identifica ao menos 50 benefícios suspeitos, com perdas estimadas em cerca de R$ 4,6 milhões.

Operação se espalha e amplia alcance

A ação ocorre em cidades como São Luís, Barreirinhas, Tutóia e Parnaíba. Ao todo, cerca de 32 policiais federais participam da operação.

Além disso, a investigação conta com apoio de órgãos da Previdência. Portanto, o trabalho ganha mais alcance e precisão.

Investigados enfrentam série de crimes

Se as suspeitas se confirmarem, os envolvidos podem responder por estelionato contra o INSS, falsidade ideológica, uso de documentos falsos, inserção de dados falsos em sistemas públicos e lavagem de dinheiro.

Ou seja, a investigação aponta um esquema estruturado e com múltiplas frentes.

PF age para interromper esquema e evitar novos prejuízos

Diante desse cenário, a estratégia é clara. A PF não apenas investiga, mas também interrompe o funcionamento do esquema.

Por isso, além das prisões, o bloqueio de bens tenta impedir a continuidade das fraudes. Assim, a operação atua para cortar o problema pela raiz. No fim, o recado é direto. A fiscalização avança, o cerco se fecha e a fraude perde espaço.

Ismael Melo

Sobre o autor

Ismael Melo

Jornalista do Guararema News, Ismael Melo atua na Grande Florianópolis com foco na cobertura de economia e política regional e nacional. Também produz conteúdos sobre acontecimentos factuais, esportes e temas de repercussão no Brasil. Além disso, possui experiência em radiojornalismo, comunicação institucional, produção audiovisual, podcasts e gestão de conteúdo para diferentes plataformas.

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